sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Jornal Intercursos 2013.

Isso é o que acontece quando se tem um aluno prodígio!
Marcelo Schaffauser escreveu, sozinho, um jornal inteiro com matérias sobre o evento Intercursos da Unilago.

Vamos ler?

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Picadilo, editor de fotografia completo online

Mais uma ferramenta interessante!

Reprodução:


Picadilo, editor de fotografia completo online


Com frequência necessitamos de editar fotografias, seja para melhorar a sua qualidade seja para dar-lhe um toque diferente. Como já vimos, a Internet oferece muitas alternativas, muitas propostas interessantes, de que já aqui falamos, também. Picadilo é mais uma opção para tratamento de imagens online.

 

Trata-se de um editor de fotografia muito completo que podemos utilizar no navegador web, com o qual temos acesso  a ferramentas básicas para criar desenhos atrativos, dar alguns retoques numa foto, e tudo isso de uma forma muito fácil. Para podermos utilizar a aplicação temos de instalar o navegado Chrome, sendo o seu uso completamente gratuito.
 
A ferramenta, com dezenas de efeitos, permite a aplicação destes diretamente sobre as fotos, de acordo com as nossas preferências.
 
Picadilo é realmente uma opção interessante. Mesmo sem as capacidades do rei das aplicações, o Photoshop, é uma alternativa que muitas potencialidades, ainda mais por ser gratuita.

A visão que o mundo tem sobre as mulheres

 Sem dúvida, essa campanha merece nosso respeito! Sensacional...

Reprodução:

Não é novidade alguma que hoje, em pleno século XXI, ainda haja tanta desigualdade, preconceito e crime contra as mulheres ao redor do mundo. Pensando nisso, a Ogilvy & Mather Dubai em parceria com a ONU Mulheres, desenvolveu uma campanha para mostrar como o mundo as vê e conscientiza que elas são dignas de direitos como qualquer um.
As peças criadas por Christopher Hunt são bem simples e passam a mensagem de forma bem clara. 
Todas mostram o rosto de uma mulher em destaque com uma tarja em sua boca que, nada mais é, a barra de busca do Google com o texto “women should” (“mulheres devem”) e abaixo o recurso de autocompletar mostra opções para a frase digitada na barra, como “women should stay at home” (“mulheres devem ficar em casa).
Frases de assinatura como “women should have the right to make their own decisions” (“mulheres devem ter o direto de fazer suas próprias decisões”) fecham os anúncios. Confira abaixo as peças:
UN-Women-Search-Engine-Campaign-1 UN-Women-Search-Engine-Campaign-2 UN-Women-Search-Engine-Campaign-3 UN-Women-Search-Engine-Campaign-4
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Fonte:
http://plugcitarios.com/2013/10/visao-mundo-mulheres/

Papyrus: editor de e-book

 Reprodução:

 

Papyrus: editor de e-book 





Papyrus é uma ferramenta que permite criar facilmente um e-book de modo colaborativo.

A plataforma permite exportar o livro no formato PDF, Kindle e e-pub. Uma vez a obra acabada, os autores, ou autor, podem colocar o livro à venda nas principais livrarias on-line.

Acessei a versão teste do Papyrus e achei sua utilização muito simples, bastante clean e intuitiva. Na versão gratuita há o limite de 5000 palavras. O custo de criação de um livro completo é de 20 dólares.


Publicado por Web para Educadores:
http://webparaeducadores.blogspot.com.br/2013/06/papyrus-editor-de-e-book.html

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

7ª Semana de Pedagogia Unilago!

Começaram as inscrições para a 7ª Semana de Pedagogia Unilago!
Será show. Participem.

Este ano, o tema principal visa discutir toda abrangência que a educação tem na vida do ser humano e a necessidade de humanização na educação!

Para maiores informações e inscrições de trabalhos, leia no site da Instituição. Clique aqui!

Programação*:


Dia 07: Abertura: Show "As Valquírias" e Palestra: TransformAÇÃO: a ação nossa de cada dia para mudarmos os paradigmas educacionais, com a Profª. Adriana Fasanelli – IELAR / Projeto Mundo Novo;
Dia 08: Mesa de discussões: Pedagogia e Humanização - em busca de novos paradigmas; educacionais, com: Luciana Ribeiro - diretora da Fundação C.A.S.A., Prof. Ms. André Luiz Rodrigues de Rossi Mattos - docente da Unilago e gestores da Escola Maria Peregrina;
Dia 09: Palestra com Mara Pessutti:
O caminho incessante para o ser humano;
Dia 10 - encerramento: Palestra, venda de livros e autógrafos com o Dr. Américo Marques Canhoto: Como educar num mundo em transição. (temas que serão abordados: Pequenos descuidos: grandes problemas; Família, escola, sociedade – o papel de cada um; Crianças num mundo em aceleração; Como educar  sem conhecer o educando? e Educar para a vida.

*Esta programação está sujeita a alterações. 

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Tecnologias que Educam e Psicologia da Educação Virtual

Estamos chegando na reta final de estudos para o Concurso para Professores da Prefeitura de São José do Rio Preto.
Para você, que é meu aluno, ou para quem mais interessar, vou colaborar da forma como posso, deixando aqui a resenha dos livros da bibliografia básica sobre Tecnologias. Além disso, deixo o link da apostila com os conceitos principais dos 2 livros.

Desejo a todos um bom estudo e uma excelente prova!








E aqui a apostila com os principais conceitos:

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Cyberbullying: simples assim!

   Este vídeo, simples, rápido e descomplicado, mostra que algumas poucas palavras podem ser como facadas no peito.
   Mas é preciso tomarmos cuidado, brincadeiras simples e rotineiras, nem sempre devem ser consideradas como bullying, ou mesmo, cyberbullying!
   Eduquemos para que, a segurança de ser quem se é seja mais importante do algumas simples palavras inofensivas, mesmo que estúpidas ou em momento inoportuno!





Após ver este vídeo, indico que leiam esta entrevista!

Com a palavra, Rosely Sayão: "Pais, sejam firmes", com atenção em especial a parte:
Convivência: "os pais exageram no medo de bullying
Foto: A psicóloga fala, de forma clara e sem rodeios, sobre os tabus da educação


Neste texto, a psicóloga Rosely Sayão fala sobre rebeldia, bullying, drogas e outros temas que afligem inúmeras famílias.




       
 Imagem: Educar para Crescer
Disponível aqui:




Fonte: Revista Educar para Crescer, texto de Daniel Bergamasco, colaboraram Claudia Jordão e Jéssika Torrezan, publicado em 26/07/2012.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Entrevistas sobre Educação a Distância - trabalhos dos meus alunos de Pedagogia

Prezados alunos e visitantes (este post vai ficar enorme e peço-lhes desculpa por isso), só os fortes conseguirão ler até o final...

Atualmente tenho tido poucos momentos de felicidade quando relacionados à profissão docente. Muitos são os entraves e pedras colocados nos caminhos dos professores. Sinto informar-lhes, sem educadores não é possível educar. Esses pensamentos mais recentes me fizeram lembrar de um professor, da minha época de graduação, ao qual não dei o devido valor na época, pois não consegui compreender a profundidade do que ele tentava me ensinar naquele momento. Só muitos anos depois, pude compreender que o que ele dizia, e era exatamente isso: “Só crescemos e criamos mediante a dor. Precisamos sofrer para aprender e criar".
No entanto, vez ou outra, em meio a toda essa luta de querer ensinar sem sucesso, conseguimos momentos de alegria intensa. Esta semana, tive um momento assim. Ao receber os trabalhos do 5º período de Pedagogia, pude compreender porque eu continuo insistindo nesta profissão.
Ao mesmo tempo em que fico feliz sinto um leve desconforto, pois sei que é o último semestre desta turma e muitos alunos deixarão saudades.
Poucos deles sabem, ou imaginam, o quanto me ensinaram e cativaram. Na verdade, pode ser este o motivo de continuar tentando. Gosto tanto de aprender, provavelmente mais do que ensinar.
Aprendi com todos eles mas, alguns, em especial, me ensinaram coisas realmente simples e importantes. Com o Edvaldo, que toda manhã fica sentadinho na entrada da biblioteca, aprendi que ler pode ser em qualquer lugar e a qualquer hora que tiver disponível, nem que seja às 7h50 da manhã, enquanto espera a biblioteca abrir. A Maria Inês, cujo filho já foi meu aluno também, aprendi que é perfeitamente possível ser mãe, esposa, dona de casa, trabalhar fora e ser aluna com muita dedicação. Tudo isso tirando sempre as melhores notas. Com o Elson, aprendi que o esforço, por maior que seja, nem sempre vence o cansaço e o sono em sala de aula. No meio da aula, muitas vezes, o pego dormindo como se estivesse sorrindo para mim e dizendo: professora, fique tranquila, também aprendo enquanto durmo. A Angélica, que é angelical não apenas no nome, me ensinou que a juventude, a delicadeza e a beleza, andam bem juntas e também são competentes. Com a Nádia, (ah, essa Nádia me deu um trabalho), aprendi muito sobre o poder de meio ponto na média de um bimestre. Meio ponto pode causar um “enfurecimento” surreal, principalmente se for meio ponto a menos do que a média tirada em Matemática (que ela julga ser mais difícil do que minha disciplina). Tudo bem Nádia, mas, 9,5 e 10,0, é quase a mesma coisa. Não é! Ah, e tem a Claudinhha, baixinha e arretada de interessada. Essa tá entrando em uma roubada, quer ser minha orientanda! Sem contar a Neusa, mais hiperativa do que ela não conheço, fala o tempo inteiro e também anota tudo o que falo, com vírgulas e "poréns". Com ela aprendi que preciso reduzir o tempo de mudança dos slides...estou tentando Neusa, eu juro! É muita gente. Não é possível contar sobre todos e tudo que me ensinaram aqui.

Bem, nem preciso dizer que já estou sentindo falta desse pessoal que tanto me ensinou. Para vocês entenderem, o que estes e outros personagens me proporcionaram neste último semestre, assistam aos vídeos dos seus trabalhos de encerramento de semestre: Entrevista com alunos de EaD. 


Com vocês, entrevistas e opiniões diversas sobre a Educação a Distância.

Agradecimentos especiais aos entrevistados, que colaboraram com meus alunos e proporcionaram uma imensa aprendizagem a todos eles.

 .....

Antes de assistirem ao vídeos, gostaria de comentar brevemente como foi o início desse projeto:

No começo deste semestre letivo eu lancei uma proposta aos alunos da disciplina de Educação a Distância, incentivando-os a fazer um curso a distância, de sua livre escolha, no lugar de fazerem os trabalhos presenciais da disciplina. Eu acompanhei todos os alunos, por meio de seus logins e senhas, que foram cedidos por eles próprios, para que eu pudesse acompanhar sua evolução e rendimento nos cursos.

Dessa proposta, surgiu o trabalho do 2º bimestre onde, os alunos que não fizeram os cursos a distância, deveriam entrevistar os colegas que os fizeram e aprender com eles.

Então, vamos lá!?

Entrevista 1: esta entrevista foi realizada com a nossa aluna do curso de Pedagogia, Cristiane, que antes de ser nossa aluna foi aluna de Graduação na modalidade a Distância:
 

Entrevista 2: esta entrevista foi realizada com a Michele, que também é nossa aluna. Michele foi uma das alunas que aceitou o desafio do semestre e agora conta o que aprendeu:

Entrevista 3: alguns grupos foram além, saíram da proposta inicial e buscaram outros amigos, conhecidos e professores, que já passaram pela experiência da Educação a Distância. Este é um deles, entrevista com professora Luzia Cruz.



Entrevista 4: o Edvaldo, sim, aquele que fica lendo toda as manhãs...de aluno virou repórter por um dia! Agora é comigo Edvaldo...rsrsrs. Achou que eu não ia retribuir esta super entrevista? Agradeço, de coração, à Cristina e ao Francisco, pela disponibilidade e atenção. Seus ensinamentos são muito importantes para meus alunos.


Até registro após o momento da gravação o Edvaldo entregou:
Francisco, Cristina, Elson(aluno), Neusa(aluna) e Edvaldo (trio parada dura)!

Entrevista 5: este Grupo entrevistou a Juliana Medeiros, muito legal!



Entrevista 6: aqui, nossa repórter especial foi a Ivana, entrevistando a querida Larissa Nossa Martinez!




Entrevista 7: a entrevista aqui é especial! Angélica, aquela, angelical que só ela....




Entrevista 8: e, essa é a edição especial da "TV UNI"...criatividade a mil dessa turma, com direito a cenário! E, a Mariana (entrevistadora), um pouquinho nervosa mas sempre charmosa, com figurino de repórter! A entrevistada é, ninguém menos, do que a querida Claudinha! Já falei dela lá em cima. Dispensa mais comentários.



Não foi possível postar todos os vídeos no Youtube, nem relatar aqui todos os bons trabalhos. Peço desculpas a quem ficou de fora.

Obrigada a todos os alunos pelo empenho!


Um abraço aos que citei aqui, aos que não citei, um abraço imenso...pois minhas memórias são muitas e não cabem neste blog! A todos, o meu muito obrigada pelas experiências trocadas e as conversas de final de aula! Sucesso a todos vocês...

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Google lança loja de aplicativos para educação

Reprodução:


Do Porvir: Criado em 21/05/2013 

O Google anunciou nesta semana, durante sua conferência anual para programadores em San Francisco (EUA), uma ferramenta desenvolvida para ajudar professores do ensino básico a encontrar conteúdo educativo para usar em tablets. O Google Play for Education é uma loja de aplicativos testados e recomendado por educadores, que tem um sistema de busca que permite que os professores escolham os apps segundo disciplina e série. “Ouvimos muitos professores e eles nos disseram que havia uma lacuna entre o que é tecnologicamente possível em educação e o que é prático. E disseram que a responsabilidade de consertar isso era do Google. Nós concordamos”, afirmou Chris Yerga, diretor de engenharia do Android.
“Ter apps testados é muito importante porque os professores confiam nos outros professores”, afirma Yerga. Assim, os educadores têm acesso a um conteúdo que já passou por alguma avaliação antes de usá-los com seus alunos. Ao entrar na loja, diz o executivo, o educador vê à esquerda um menu com as disciplinas e, horizontalmente, um menu em que pode selecionar a série que deseja. Depois de aplicar os filtros, ele tem acesso a uma série de apps que poderá usar com seus alunos. Alguns serão gratuitos, outros não.
                                                                                                                                                         crédito ras-slava / Fotolia.comGoogle-Play-Education

“Se todos os alunos tiverem uma conta no Google, o professor pode selecionar o app e colocar o nome do grupo de alunos que todos eles terão acesso instantâneo ao aplicativo em seus tablets”, explica Yerga. A iniciativa posiciona a empresa em um mercado amplamente dominado pela concorrente Apple. O Google Play for Education estará disponível a partir do segundo semestre e ainda não há previsão de que haja uma ferramenta com aplicativos em português.
Enquanto isso, a empresa faz um chamado para programadores de todo o mundo para desenvolver aplicativos para crianças e jovens da educação infantil ao ensino médio. Já está disponível um guia com orientações para criar apps para a ferramenta e o conteúdo poderá ser submetido já no meio do ano. Além dos desenvolvedores individuais, o Google já conta com a parceria de instituições como a Nasa e a PBS para a criação de apps.

 

domingo, 21 de abril de 2013

Cursos online para horas complementares em Comunicação Social

   Todos os estudantes universitários sabem que precisam cumprir uma certa quantidade de horas complementares de atividades para concluir a graduação.
   O problema é que, a grande maioria dos estudantes, não leva isso muito a sério e, quando chega ao último ano da graduação, está em situação bastante delicada com relação à isso, principalmente porque, além de ter que concluir as horas complementares está em pleno processo de estudo e escrita do tão famoso TCC (Trabalho de Conclusão de Curso).
   Para dar uma ajudinha, deixo aqui alguns links com cursos online, que podem ajudar na complementação destas horas de forma mais prazerosa, pois é possível escolher um curso que seja de grande interesse do aluno e, também, de forma prática, pois a maioria dos cursos online permitem estudar no tempo livre.
  Certifique-se de que quer realmente fazer o curso e de que sua faculdade|universidade aceita o certificado emitido pela instituição escolhida. Bons estudos!



Links de cursos gratuitos e pagos:






Ateliê de Letras (Cursos diversos para Publicitários e Jornalistas)

Coach Digital (Marketing Digital)
 
Learn Cafe (Cursos grátis sobre Marketing e publicidade)

Jogo ajuda na educação de crianças com autismo

Para quem trabalha com crianças autistas, vale a pena testar!

Reprodução:


Olá leitores do Canal do Ensino!
Pais e educadores de crianças com autismo têm mais uma ferramenta a seu serviço. Um jogo criado por um mestre em ciências da computação pela PUC-RJ auxilia na alfabetização de estudantes nessa condição. Chamado Aiello, em homenagem a Santa Elena Aiello, a plataforma permite à criança associar nomes e imagens de objetos, ampliando seu vocabulário. “É um jogo simples que tem um personagem principal, um esquilo, que solicita uma palavra qualquer para a criança. Ele pede prato, então tem um prato lá e ela seleciona”, explica o criador Rafael Cunha. Existe ainda a possibilidade de configurar o jogo para que, em vez de objetos, apareçam palavras, o que o faria útil também para auxiliar no aprendizado das palavras escritas.

autismo Jogo ajuda na educação de crianças com autismo
O software foi criado por Rafael como parte da sua dissertação de mestrado, defendida em dezembro do ano passado. A novidade é que o programa, que estava disponível apenas para a realização da pesquisa, foi liberado para acesso do público geral e já conta com uma série de usuários.
A motivação para o desenvolvimento desse aplicativo veio da esposa de Rafael. Fonoaudióloga, ela estava atendendo uma criança com autismo que tinha dificuldade de socialização, mas se interessava muito por computadores. Logo, ele procurou uma maneira de usar o dispositivo para a alfabetização de crianças nessa condição.
Segundo o psicólogo especialista na área Robson Faggiani, o uso da informática pode ser de grande importância na educação de autistas, já que eles costumam gostar de mídias interativas, como vídeos e games. Faggiani acredita que, desde que usadas com moderação e como complemento ao ensino regular, essas ferramentas são muito úteis.
A professora do Departamento de Psicologia da PUC-RJ Carolina Lampreia auxiliou Cunha a entender as necessidades da criança com autismo. Ela realça que o método utilizado pelo jogo é interessante, pois trabalha de modo lúdico com o intuito de motivar a criança. Assim, ela se sente estimulada a seguir realizando as tarefas solicitadas. “O modelo que ele utilizou é muito interessante, chama-se escolha segundo a amostra. Você tem uma amostra e duas opções. Se escolhe a certa, a criança é recompensada de alguma forma, toca uma música ou o bonequinho se mexe”, explica.
Outra vantagem apontada pelo psicólogo é que a maior parte desses programas de computador é desenvolvida em outros países, o que torna o uso por crianças brasileiras mais difícil. Faggiani elogia a iniciativa: “É bom que um brasileiro esteja fazendo isso em português. Sou completamente a favor do uso”, diz.
O jogo é recomendado para crianças entre cinco e nove anos e está disponível no site www.jogoseducacionais.com, compatível com qualquer navegador de internet, tanto em dispositivos móveis quanto em computadores.

Fonte: Ser Universitário

http://canaldoensino.com.br/blog/jogo-ajuda-na-educacao-de-criancas-com-autismo
 

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Um outro olhar sobre a importância do Desgin para jornalistas

Para meus alunos e futuros jornalistas, uma complementação das explicações dadas no primeiro dia de aula sobre a importância da disciplina de Técnicas Gráficas e Visuais na sua rotina de trabalho.

Reprodução:

Jornalismo e jornalistas precisam abraçar o design 

Post retirado de: http://feedproxy.google.com/~r/feedmidia8/~3/miaPK4uUqeU/jornalismo-e-jornalistas-precisam-abracar-o-design.html

Já foi mencionada outras vezes a importância sumária na ação do jornalista em adquirir novas habilidades que até muito recentemente eram colocadas como não pertencentes ao nosso leque de atuação ou, em alguns casos, consideradas até mesmo inapropriadas para um profissional de jornalismo. Disciplinas como marketing, programação, empreendedorismo e design começaram a ser tarefas corriqueiras no dia-a-dia de quem trabalha com informação jornalística ou até com a mera produção de conteúdo para a web.
Em pouco mais de 400 anos, os jornais não tiveram mudanças drásticas em relação à forma pela qual são consumidos ou manuseados. Papel jornal e tinta preta são as estruturas bases de um impresso. Muitos apontam a inserção das cores no jornalismo impresso como mero atrativo para conquistar leitores mais jovens ou despertar em leitores não habituais a curiosidade de folhear um jornal a cores. Porém, mesmo com a colorização do jornalismo, não mudamos a forma como ele é consumido ou manuseado.
Com as recentes crises envolvendo todo o setor das empresas de mídia, um dos focos principais para apaziguar os hematomas imputados pela queda brusca na circulação dos impressos foi recorrer à elaboração de novos modelos de negócios mais inovadores e consistentes com o contexto contemporâneo. Porém, a estética informacional acabou sendo esquecida por muitos veículos, onde a procura ainda se limitava em como vender um amontoado de conteúdo empacotado todas as manhã e entregue diariamente às bancas e aos assinantes.

Gênero híbrido

A estética informacional é a capacidade de reunir jornalismo e design sob uma mesma ótica: a da produção da notícia. Nos dias de hoje em muitos dos casos não basta apenas elaborar longos e profundos artigos de cinco ou dez mil caracteres e entrega-los à redação. É preciso transformar esse conteúdo em algo mais palatável do que meras palavras empacotadas e despachadas aos leitores. Vale destacar que a importância da qualidade do conteúdo produzido é o carro chefe do jornalismo, mas a capacidade de transformar uma notícia em algo mais visual é necessário em um mundo consolidado pela colossal fonte de notícias disponíveis; ter diferencial deveria ser o nosso objetivo.
Nesse ponto, o design de notícia é a área responsável não só pela diagramação da informação em uma revista ou jornal (esse talvez o pilar básico da estética informacional), mas é o responsável também pela capacidade de transformar um conteúdo jornalístico em infográficos, ilustrações e, de quebra, é o setor que tem a faculdade de oferecer um olhar macro sobre o todo e adaptar, readaptar ou até mesmo modificar um projeto editorial, seja ele impresso ou digital.
Aliás, as modificações causadas pelo jornalismo digital na formulação e distribuição das notícias têm feito que um gênero híbrido de jornalista apareça. No cenário de bits e bytes elaborar uma notícia faz com que o profissional leve em consideração aspectos de SEO (search engine optimization) para posicionar seu conteúdo de maneira mais visível nos mecanismos de buscas, como o Google, além de ter em mente fatores que envolvem desde a programação até a usabilidade, o que faz com que o jornalista tenha conhecimentos tanto de códigos como de design.

Profissional capacitado

O design aplicado como ferramenta do jornalismo impresso faz com que o profissional da imprensa visualize a notícia no veículo antes mesmo de ela ser publicada. Aliás, faz com que o jornalista procure aperfeiçoar a maneira como contará aquelas “histórias” de forma visual, com o intuito de torná-las mais facilmente consumidas pelos leitores. Já no caso do jornalismo digital, os novos dispositivos móveis, comosmartphones e tablets, têm obrigado o jornalista a repensar como a notícia será consumida, e sem que isso comprometa a qualidade da experiência do usuário, já que esse consumo pode se dar nos mais variados players. Nesse ponto, a aplicação da engenharia reversa na imprensa se torna essencial.
Para o jornalista, professor e doutorando em comunicação Marco Bonito, jornalismo e design andam de mãos dadas. “O primeiro trata do conteúdo e o segundo da estética das formas que abrigam, justamente, os conteúdos. Muitos dos formados em comunicação têm o talento artístico necessário para ser designer, porém, sem o estudo necessário, chegam a no máximo ótimos diagramadores.”
O professor alerta que para conquistar conhecimentos em design é necessário um estudo específico, como um curso universitário, e enfatiza a importância do profissional estar devidamente capacitado para o mercado atual. “Claro que os conhecimentos básicos são importantes para aqueles jornalistas que desejam trabalhar com edição eletrônica de qualquer meio de comunicação, mas para ser designer é necessária uma especialidade”, afirma.

Densa e visualmente agradável

“Hoje temos a arquitetura da informação, uma nova área de atuação que requer conhecimentos em produção de conteúdo, linguagens de programação e design. Não é um espaço para ‘aventureiros’, pois há muito conhecimento e prática envolvidos no dia-a-dia desses raríssimos profissionais que são disputados à tapa pelo mercado”, completa o professor.
A importância de o jornalista atual conquistar conhecimentos de design é justificada na medida em que uma notícia não é mais só uma notícia. Ela deve ter, acima de tudo, conteúdo de qualidade, mas deve oferecer novos elementos para atrair o leitor, conquistá-lo e, desse modo, oferecer a ele uma experiência mais agradável do que o mesmo havia se acostumado. O empacotamento de conteúdo de antes agora se tornou algo infográfico, gráfico, colorido, visual, sem contar que em tablets e smartphones o consumo da notícia se dá de uma maneira mais gestual, com toques e movimentos que nunca existiram no jornalismo. Esse ponto por si só já justificaria o jornalista a aprender design e entender como sua notícia será “usada”.
Para o jornalista português e editor do Escola Freelancer Luciano Larrossa, “com a necessidade de o jornalismo ficar mais próximo das redes sociais (não só no consumo de informação, mas principalmente como distribuidor de informação) o design, principalmente o digital, acaba por ter uma relevância muito grande. Essa aproximação acontece porque a imagem acaba tendo um poder muito forte na partilha da informação e convêm que o jornalista tenha alguma noção dos bons princípios do design”.
Com isso, é possível observar que no contexto contemporâneo onde o jornalismo atual está submerso, tão importante quanto conteúdo de qualidade e bons curadores, é fundamental que o jornalismo – e os jornalistas – tenha a faculdade de produzir informação precisa, analítica e, acima de tudo, dentro dos moldes do consumo informacional existentes atualmente, onde a notícia deve ser densa no quesito robustez qualitativa, mas deve contar com aspectos que a tornem visualmente agradável de ser consumida por um público que apresenta novos hábitos e costumes, um público composto por exigência, mobilidade e gestos.