sábado, 25 de julho de 2015

‘Currículo’ da educação infantil deve ter experiências e não disciplinas

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‘Currículo’ da educação infantil deve ter experiências e não disciplinas


http://porvir.org/garimpo/curriculo-da-educacao-infantil-deve-ter-experiencias-nao-disciplinas/20150724 
Quando se pensa em diretrizes nacionais para a educação infantil, o que deve ser estabelecido não são os conteúdos, mas as oportunidades de aprendizagem oferecidas aos pequenos. Isso é o que defende Zilma Ramos de Oliveira, professora aposentada da USP (Universidade de São Paulo), que participou do 1º Seminário Internacional de Educação Integral, promovido pela Fundação SM, na manhã desta quarta (22), em São Paulo.
“Já vimos grades [curriculares] que têm inglês para berçário 1, 2… Assim como religião, matemática, língua portuguesa”, exemplifica. “Esse jeito de trabalhar é um equívoco”, afirma Oliveira. Ela compõe um time de 129 especialistas que preparam um documento inicial para a definição das diretrizes curriculares da educação infantil.


quinta-feira, 16 de julho de 2015

Escola ou prisão? Jogo de estudante brasileiro te desafia a saber a diferença







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O desafio é aparentemente simples. Você precisa olhar para recortes de algumas imagens e apontar se elas remetem a situações vivenciadas em escolas ou em prisões. O que intriga é a facilidade do erro. De dez pessoas que procuramos para fazer o teste, cinco não passaram da primeira questão.
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O jogo School or Prision (Escola ou Prisão) é criação do estudante de Ciências da Computação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Victor Maristane, e foi um dos vencedores do concurso Story to Tell, organizado pela World Merit, que tem como objetivo estimular jovens de todo o mundo a superarem problemas sociais.
Victor, único brasileiro inscrito, venceu ao lado da paquistanesa Nida Javed, que abordou a questão do trabalho infantil, presente em seu país, por meio de um vídeo. Como premiação, os participantes vão ganhar uma viagem a uma conferência de educação no México.
Uma questão a ser problematizada
Em entrevista ao portal G1, Victor conta que passou a pensar sobre essa questão ao ler o livro Volta ao mundo em 13 escolas que reúne experiências educacionais inovadoras de nove países. Ele conta que, em um dos relatos, uma diretora disse ter ouvido de uma criança que as grades do colégio pareciam uma prisão. E que, tempos depois, a escola decidiu retirá-las.
A questão foi o ponto de partida para que ele se aprofundasse em estudos sobre a temática e desenvolvesse o jogo, feito em apenas uma semana, para se adequar ao prazo do concurso. Inicialmente, o estudante queria fazer uma provocação para que as pessoas pensassem na necessidade de mudanças. Ele não descarta aprofundar a temática em um blog ou documentário.
Já na tela inicial do jogo, o estudante traz a reflexão:
“Escola e prisão são instituições irmãs. Uma tenta educar, a outra reeducar. Entretanto, a maioria delas vem falhando terrivelmente, especialmente as que estão em países em desenvolvimento. No Brasil, por exemplo, mais da metade dos alunos desistem da escola primária, metade no ensino médio e 30% na faculdade. As pessoas estão literalmente abandonando as salas de aula. Coincidentemente, ou não, o país tem terceira maior população carcerária. E isso vem aumentando a cada ano, em parte devido a uma chocante taxa de reincidência de 70%.
E o Brasil é apenas um exemplo. As escolas e prisões em todos os lugares estão enfrentando desafios enormes em conduzir o desenvolvimento de seus alunos ou presos para a vida no século XXI. Por quê? O que podemos fazer sobre isso? Como podemos fazer com que as prisões pareçam mais com escolas e as escolas menos com prisões? Este jogo que eu criei é uma tentativa de abordar essas questões.”


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Escola ou prisão? Jogo de estudante brasileiro te desafia a saber a diferença

‘Com um jogo você sai do ambiente de sala de aula’

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aspasPor Alex Rodrigues Machado
Eu sou formado em química e no ano passado comecei a dar aulas no Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) de Mato Grosso do Sul. A região em que atuo tem muitas indústrias do setor sucroenergético e precisava me qualificar para mediar o aprendizado dos alunos. Pensando em um jeito novo de ensinar o funcionamento de uma indústria de açúcar e álcool, que é um processo muito complexo, tive a ideia de criar um jogo de tabuleiro com perguntas e respostas.
O jogo contempla todos os setores de uma indústria sucroalcooleira. Os alunos se organizam em grupos e competem para ver quem consegue completar o percurso primeiro. Todos começam pela entrega de cana-de-açúcar e, para avançarem pelos setores, as equipes devem responder perguntas sobre equipamentos, processos e insumos de cada etapa.
Arquivo Pessoal Diário de Inovações2

O jogo é aplicado aos módulos finais do curso, depois que os alunos já viram alguns conceitos sobre o funcionamento de uma indústria de açúcar e álcool. Ele funciona como uma avaliação diagnóstica. A ideia é perceber se os alunos conseguiram aprender sobre os setores. Se eles tiverem dificuldades em alguma etapa, tento sanar as dúvidas reforçando o conteúdo.
A complexidade desse tipo de indústria e a falta de recursos práticos na internet fez com que se pensasse em novos recursos para agregar ao processo ensino-aprendizagem. Com um jogo você sai do ambiente de sala de aula tradicional, que tem um instrutor na frente e todos os alunos assistindo. Conseguimos trabalhar com o imaginário e simular o funcionamento de uma indústria de açúcar e álcool. Além disso, é possível verificar várias competências, como o comportamento e o trabalho em grupo, já que temos que preparar os alunos para o ambiente de trabalho.
Eu tive um feedback bastante positivo da atividade. Após a aplicação do jogo, eles começaram a assimilar com mais facilidade os processos que envolvem a indústria sucroalcooleira. Alguns alunos vieram me falar que eles conseguiram enxergar de uma forma diferente o funcionamento da indústria. Minha intenção ainda é transformar esse jogo em um aplicativo para celular.
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* Diário de Inovações é uma seção com relatos de educadores que estão inovando dentro da sala de aula. Para compartilhar suas experiências com a gente, acesse aqui o formulário e conte sua história.

Review – Design de Embalagem – 100 Fundamentos de Projeto e Aplicação

E aí pessoal tudo beleza? Depois de um tempo eu estou de volta para compartilhar com vocês mais um review de livro de design para vocês que gostam de aprender através de bons livros. E o review de hoje foi escolhido especialmente para quem curte o design de embalagens.
Projetar uma embalagem não é uma tarefa fácil, além de criatividade na criação da forma também são necessários conhecimentos sobre materiais, produção, venda, armazenamento etc. O design de embalagens também é um dos que mais atrai o interesse de estudantes e profissionais das áreas de criatividade.
E é justamente para ajudar os designers de embalagens a criarem projetos criativos que foi lançado o livro “Design de Embalagem – 100 Fundamentos de Projeto e Aplicação“, esse livro é o terceiro da coleção de “100 fundamentos” que inclusive já fiz o review aqui dos exemplares que abordam a tipografia e diagramação.
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O livro é uma das publicações de design da editora Blucher e as autoras são Sarah Roncarelli eCandace Ellicott que são diretoras da Fifty Strategy & Creative, uma empresa de design especializada em design de marcas e em marketing.
Candace e Sara criam logotipos, identidades de marcas e aplicações para todas as mídias, incluindo transmissão e distribuição de informações, peças impressas e internet para produtos e serviços de vários setores de mercado. São profissionais criativas, experientes e eternas pesquisadoras dos grandes pensadores da criação e das estratégias, independentemente do meio em que atuem.
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Esse título, assim como os outros da coleção, é excelente e sem dúvida um dos melhores quando se trata de projeto de embalagem. O conceito é o mesmo dos outros títulos que já foram compartilhados aqui na série de reviews, apresentar 100 fundamentos sobre o projeto de design de embalagem.
Com o passar dos séculos, papel, madeira, cerâmica, bronze e ferro foram sendo utilizados, cada um a seu tempo, como materiais para embalagens – Introdução do livro
Com uma leitura agradável, a cada duas páginas um novo fundamento é ensinado através de um breve texto e principalmente com muitas referências visuais de grandes projetos realizados por alguns dos melhores profissionais e agências de design e criatividade.
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Assim como os outros exemplares da coleção, o livro tem uma leitura bem agradável, didática e direta, os fundamentos são apresentados de forma bem clara e elaborada, sempre demonstrando através de projetos reais como aquele fundamento se aplica na prática.
Para ser relevante, o design da embalagem deve sugerir o produto que contém ou o público ao qual ela se destina – Sarah e Candace
Sendo assim o livro é completamente recheado de belas imagens de excelentes projetos de embalagens de grandes marcas, todas muito criativas e que sem dúvida devem servir de referência para quem deseja projetar uma embalagem criativa e funcional.
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Como o título mesmo diz o livro se divide em 100 capítulos, onde cada um apresenta um fundamento diferente sobre o design de embalagens. Confira agora o conteúdo que é abordado no livro:
  • INTRODUÇÃO
    O DESAFIO DO DESIGN

    1. Obtenha o briefing correto 2. Design para o cliente, não para si próprio 3. Organizando uma linha de produtos 4. Design para marca própria 5. Design para expor 6. Relevância do design da embalagem
  • CONSIDERAÇÕES SOBRE DESIGN: MATERIAIS
    7. Pesquisar as opções 8. Design de vidros e garrafas 9. Papel cartão 10. Metal 11. Plástico12. Embrulhos 13. Materiais inovadores
  • CONSIDERAÇÕES SOBRE DESIGN: FORMAS
    14. Marcas que incluem a forma 15. Forma define função, Função define forma 16. Design de sacolas 17. Embalagens moldadas 18. Linha de limite gráfico 19. Dobras especiais 20. Janelas reveladoras 21. Inovação
  • CONSIDERAÇÕES SOBRE DESIGN:RÓTULOS
    22. Design de rótulos 23. Formato 24. Aberturas e dobras em rótulos CONSIDERAÇÕES SOBRE DESIGN:IMPRESSÃO 25. Litografia com quatro cores 26. Litografia com três ou menos cores 27. Flexografia 28. Gravação a laser 29. Serigrafia 30. Técnicas especiais: tintas e vernizes 31. Técnicas especiais: estampagem metálica
  • CONSIDERAÇÕES SOBRE MARCA E MERCADO
    32. Embalagem como ferramenta de vendas 33. Dados demográficos 34. Dados psicográficos 35. Design com padrão de marca 36. Embalagens para mastígio 37. O que há num nome? 38. Embalagens mascotes 39. Banho, beleza e saúde 40. Tecnologia 41. Doces e confeitos 42. Vinhos e licores 43. Bebidas 44. Livros e mídias 45. Moda 46. Alimentos 47. Casa e jardim 48. Produtos para crianças 49. Material de escritório e de arte 50. Produtos para animais de estimação 51. Artigos para adultos
  • DESIGN SUSTENTÁVEL
    52. Práticas sustentáveis 53. Impressão sutentável 54. Opções de plástico 55. Opções de papel 56. Embalagens multiuso 57. Embalagens biodegradáveis e recicláveis
  • PROCESSO DE DESIGN
    58. Criar uma ligação emocional 59. Contar uma história 60. Definir o tom correto 61. Design lúdico 62. Metáforas e parábolas 63. Humor e perspicácia 64. Informar 65. A arte do exagero 66. Imite com “Faux” 67. Buscando o equilíbrio 68. Explorar padrões 69. Linhas e regras 70. Pintura e desenho 71. Iconografi a e simbolismo 72. Xilogravuras e desenhos73. Fotografia 74. Design retrô 75. Uso tático das cores 76. Ausência de cores 77. Exagero nas cores 78. Não esconda a base 79. Design minimalista 80. Usar todos os lados 81. Hierarquia e dominância 82. Noções básicas sobre letras 83. Fontes que dão humor e caráter 84. Letras artesanais 85. Letras como imagem 86. Adaptando de outras línguas 87. Código de barras e informações importantes 88. Impacto na prateleira 89. Proteção para o produto 90. Desembrulhando 91. Design de funcionalidade conveniente 92. Vários produtos por embalagem 93. Embalagens decorativas e colecionáveis 94. Gargalos, etiquetas e acessórios 95. Quebrando as regras
  • PESQUISA E REVISÃO
    96. Testando e fazendo alterações 97. Medição do retorno do investimento 98. Antecipando a marca de amanhã 99. Pesquisa com o cliente 100. Celebrando uma marca de sucesso
Uma das principais características, não somente desse livro mas também nos outros da série, é que ele pode ser utilizado para constante consulta, não é um livro que você ira ler uma única vez e guardar em sua biblioteca mas sim deixar ao seu lado quando estiver projetando.
Materiais bem escolhidos melhoram a experiência visual da embalagem, criam interesse ao tocar, reduzem (ou aumentam) os custos e aumentam (ou diminuem) o impacto ambiental – Sarah e Candace
Então é isso aí pessoal, o livro é leitura obrigatória para quem estuda ou trabalha com design de embalagem, e para quem está na área de design gráfico é também uma excelente aquisição devido as suas muitas referências visuais de composições, cores, diagramação etc.
E se você quiser adquirir o livro basta acessar o site da editora Blucher, como já disse aqui anteriormente, lá você pode dar uma folheada virtual no livro além de poder fazer o download de uma amostra grátis em .PDF, e você pode fazer tudo isso clicando no link abaixo:

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E se você gostou desse review não esquece de curtir ele e de compartilhar nas suas redes sociais, aproveita também e comenta aí embaixo dizendo se você gosta do design de embalagem ou simplesmente dizendo se você gostou do artigo.
Aproveito também para convidar vocês para visitarem o meu blog pessoal, o Design Zero Um que hoje está com um post novo onde estou falando um pouco sobre bloqueio criativo, e você pode acessar esse post clicando NESSE LINK.
É isso aí pessoal, eu vou ficando por aqui e você já sabe que pode acompanhar mais sobre o meu trabalho através do meu portfólio no Behance e do meu perfil no Instagram. Valeu e até o próximo post.
Confira o artigo original publicado pelo Choco La Design:
Review – Design de Embalagem – 100 Fundamentos de Projeto e Aplicação